Domingo, 14 de Fevereiro de 2010
Ponto de partida do nosso trabalho

Após uma longa e animada discussão aqui fica o ponto de partida do nosso trabalho.

problemas identificados

  1. Reduzida percepção holística do conhecimento adquirido por parte dos alunos (visão compartimentada dos saberes);
  2. Incipiente cultura participativa no seio da comunidade educativa (docentes e alunos).

O diagnóstico destes problemas foi feito a três níveis;

O contexto da intervenção:




8 comentários:
De caixinha a 14 de Fevereiro de 2010 às 01:25
A Vânia não aparece ainda listada como autora do blogue, face a um problema do seu utilizador na plataforma.

Logo que isso se resolva, corrigiremos a situação.

;)


De lpedro a 14 de Fevereiro de 2010 às 22:12
Considero os 2 temas muito interessantes mas se estivesse no vosso lugar escolhia apenas um. Qualquer um deles é já bastante complexo :)

LP


De caixinha a 15 de Fevereiro de 2010 às 09:26
Obrigado pela dica.

Logo na reunião de grupo iremos escolher o problema a desenvolver.


De Vânia Carlos a 15 de Fevereiro de 2010 às 22:15
Obrigada!
Vamos clarificar melhor o âmbito do problema, mas a nossa ideia era de trabalhar estes problemas como interdependentes ... neste caso que a ausência de transdisciplinaridade e a falta de percepção por parte dos alunos de um conhecimento holístico deriva em grande parte de uma falta de cultura participativa, entre professores (articulação curricular) e destes com os alunos!
Em breve apresentamos a reformulação do problema!


De lpedro a 16 de Fevereiro de 2010 às 12:03
Ok, ficamos a aguardar :)


De carlossantos a 14 de Fevereiro de 2010 às 23:32
Viva.
O vosso segundo problema interessa-me especialmente e por isso gostaria de partilhar algumas ideias.
Na minha opinião a falta de cultura participativa não pode ser centrada unicamente nas dimensões do aluno e do professor. Essa cultura de participação tem que vir da própria instituição que, através das suas acções na utilização das tecnologias, promova a participação de todos os elementos da comunidade.
Isto só poderá acontecer se existir uma verdadeira integração das tecnologias nos processos de toda a instituição, de modo a fomentar a participação de todos.
Uma questão interessante é, no contexto da UA, procurar definir o que são "todos"... :)
Se quiserem podem participar na discussão iniciada no post http://napraia.blogs.ua.sapo.pt/1747.html

Bom trabalho!


De caixinha a 15 de Fevereiro de 2010 às 09:58
Viva...

Na nossa opinião também não pode ser centrada só nisso!!!

A dimensão institucional tem de ser tida (sempre) em conta nestes esforços de mudança.

Pois será aí que se poderão criar condições que potenciem e facilitem mudanças individuais.

No nosso post, foram referidos apenas os docentes e alunos pois serão estes o alvo principal das nossas atenções.

Mas é óbvio que estes elementos terão que ser acompanhadas por uma envolvente institucional que os apoio e incentive a mudar. (ou que pelo menos não seja castradora dessas mudanças!!!!)

Quanto à cultura participativa esta tem de ser vista duma forma mais abrangente e que vá muito para além da simples vertente tecnológica.

Sentir essa cultura participativa numa instituição deve ser algo que se viva efectivamente no seu quotidiano e nas múltiplas actividades aí desenvolvidas (quer tenham ou não essa vertente tecnológica).

Penso que as tecnologias devem ser vistas essencialmente como instrumentos (fantásticos) facilitadores dessa participação.

Quanto à discussão sobre o contexto da UA, vamos certamente participar.

Quanto mais "dos todos", participem, mais fácil será definir quem são afinal "esses todos".




De carlotalemos a 17 de Fevereiro de 2010 às 00:44
A educação é a chave da autonomia pessoal, ocupando um lugar fundamental na promoção da condição humana. É por isso que tudo o que a rodeia deve ter características que indiquem a existência de uma consciência social e de apego à construção de uma cultura participativa.
Os recursos dentro de um sistema só são eficazes com a contribuição de todas as vontades, ricas em criatividade e espírito empreendedor.
A ideia é criar uma estratégia de ensino, que una esforços na sua concretização e do qual resulte um incentivo à aprendizagem, à formação de educação social numa cultura participativa e de coesão. Criar uma escola intercultural que aposte na diversidade, na vontade colectiva e na imaginação criadora, com inovações da acção de aprendizagem e de participação.


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